Almoço de negócios

Categoria: Notícias Criado: Quinta, 28 Setembro 2017 07:00

O presidente Carlos Alberto Graff palestrou sobre o Sistema de Remoções de Corpos em almoço de negócios promovido pelo Sindicato das Empresas de Serviços Funerários de Santa Catarina (Siesf), no dia 27 de setembro, em Curitibanos (SC). A reunião ocorreu no Gaboardi Park Hotel e teve a participação de diretores funerários da região. O vice-presidente Valdir Gomes Machado também representou o SESF-RS.

Em sua palestra, Graff explicou o funcionamento do sistema e todos os aspectos que envolvem a prestação do serviço gratuito de remoção e traslado de corpos ao Departamento Médico-Legal (DML) nos casos de morte violenta, conforme estabelece o convênio firmado entre o governo do Estado e o Sindicato. “O sistema organizou e moralizou o serviço funerário”, destacou o presidente. No encerramento, o dirigente convidou os empresários a visitar a Exposesf – Exposição Nacional de Produtos e Serviços Funerários e 10ª Confraternização, que ocorrerá nos dias 24 e 25 de novembro, no Dall’Onder Grande Hotel, em Bento Gonçalves.

Na sequência da programação, o assessor jurídico do Siesf, Rafael Cavilha, apresentou um estudo sobre a utilização do código na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) para administração de planos funerários. O advogado esclareceu também as diferenças entre plano e auxílio funeral, tendo cada um o seu código na CNAE. Depois de Cavilha, foi a vez de Ronald Haas, presidente do Siesf, palestrar. O dirigente abordou a intermediação na contratação de serviços pelas plataformas das seguradoras, bem como os problemas decorrentes desse tipo de operação. “Temos de nos posicionar em defesa dos direitos do nosso cliente e de nosso negócio. Não podemos permitir que as plataformas determinem quanto vale nosso serviço”, frisou.

A última atividade da programação ficou por conta de uma palestra do diretor da Urnas Rigon, Leandro Rigon, sobre treinamento em vendas para eventos funerais. Segundo o conferencista, o luto não é algo para ser curado, e sim compreendido. “Cada palavra com o familiar tem que ser polida”, disse. Quanto ao atendimento do agente funerário na loja, Leandro foi taxativo. “Não somos vendedores de urnas, e sim ajudamos a família a comprar”, completou.

 

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